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Saiba como melhorar a sua idade metabólica

Já lhe aconteceu sentir-se mais velho do que deveria? Isso pode acontecer quando a nossa idade metabólica não coincide com a nossa idade real. Saiba o que isso significa e de que forma pode usá-lo a seu favor…

Publicado em 05-Fev-2020

Algumas pessoas conseguem sentir-se jovens e em muito boa forma com uma idade mais avançada, quando comparadas com outras da mesma idade. Mas também pode acontecer o oposto, acordar de manhã, olhar para o espelho e sentir-se muito mais velho e cansado do que seria suposto para a sua idade real. 

Afinal, o que é isso da idade metabólica?

A idade metabólica é um número que resulta da comparação da sua taxa metabólica basal (o total de calorias gastas para manter as funções vitais) com a taxa metabólica basal média de outros indivíduos da mesma idade cronológica.

A melhor forma de saber qual a sua idade metabólica é recorrer a exames médicos, inclusive usando a bioimpedância, um exame que analisa a composição corporal, indicando a quantidade aproximada de músculo, osso e gordura. Mas também poderá usar uma das diversas aplicações ou calculadores online que fazem esse cálculo de forma quase imediata, utilizando uma fórmula da Taxa Metabólica Basal (TMB) para homens e outra para mulheres. 

Este indicador de metabolismo está diretamente relacionado com as calorias que devemos consumir para atender ao gasto de energia do nosso organismo. Por isso, quanto maior o seu metabolismo maior a facilidade de perder e/ou controlar o peso e maior será a propensão para manter o peso baixo.

A importância de conhecermos a nossa idade metabólica é evidente e poderá ajudar-nos a controlar ou melhorar a nossa saúde. A ideia é tentar que a nossa idade metabólica seja sempre igual ou inferior à nossa idade cronológica. 

Podemos reduzir a nossa idade metabólica?

A resposta é sim. Este indicador é influenciado por vários fatores como a massa muscular (quanto mais massa muscular, mais energia gastamos, mesmo em repouso); a altura (porque influencia o peso corporal total); o género (os homens tendem a ter mais massa muscular e massa corporal total e por esta razão têm um metabolismo mais elevado); a idade cronológica (ao envelhecer há mais tendência de perder massa muscular, diminuindo assim o metabolismo basal); ou a herança genética. Ora o único destes fatores que pode alterar é a massa muscular. De que forma? Tendo uma alimentação saudável, praticando exercício físico e dormindo bem.

Uma das causas de uma idade metabólica demasiado alta é o peso em excesso, que se deve ao facto de o metabolismo não ser capaz de assimilar todos os alimentos que ingerimos. Ou seja, poderá estar a comer em excesso ou alimentos com uma composição inadequada. A sua alimentação deverá ser planeada de modo a promover aumento e/ou manutenção da massa magra (músculo). Veja o leite como um dos seus principais aliados. São vários os estudos epidemiológicos que apontam o consumo de proteínas lácteas, em conjunto com mudanças no estilo de vida, como a chave certa para melhorar a saúde metabólica. Mimosa Proteína, que alia ao valor nutricional do leite uma dose extra de proteína pronta a beber, sem lactose nem gordura, é o cúmplice certo para alcançar o peso corporal ideal, aumentando a saciedade e ajudando-o a reduzir os níveis de adiposidade. Além disso, peptídeos derivados de proteínas lácteas também têm sido amplamente investigados como potenciais inibidores da enzima conversora de angiotensina, regulando a pressão sanguínea, e podendo inclusive influenciar a ativação do sistema imunitário.

Outra causa é a falta de descanso. Dormir menos horas que o necessário para aproveitar mais a vida é meio caminho andado para piorar drasticamente o seu metabolismo e diminuir a sua velocidade. Ou seja, uma boa noite de sono ajuda e muito. 

Por último, a atividade física. Diferentes níveis de preparação física exigem diferentes fases de treino. No início deverá sempre ser acompanhado por um profissional que o ajude a preparar o seu corpo para novos estímulos e rotinas, com o principal objetivo de melhorar coordenação, equilíbrio, noção corporal, controlo do exercício e a robustecer músculos, ligamentos e articulações. Numa segunda etapa, deverá treinar com o intuito de aumentar a sua resistência muscular, sendo crucial combinar estas novas cargas com uma alimentação adequada no pré e pós treino. O último degrau será já um treino com estímulos específicos para o crescimento muscular. Nesta fase é ainda mais importante ouvir o seu corpo, evitar lesões e impedir a degradação muscular. De que forma? Leve sempre no seu saco um Mimosa Proteína, desenvolvido precisamente a pensar na recuperação muscular e no reabastecimento dos níveis de energia.

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